A notícia no jornalismo e as novas plataformas de cobranças

O papel do jornalismo na sociedade é subnível, depois de tudo, a mídia está nos dois lados da mesa: às vezes é responsável por adoctrinar e influenciar os pontos de vista de acordo com seu interesse no cenário político, outros sendo o caminho para as pessoas emancipação através do acesso de informação uma interpretação. Com uma coisa tão diferente em torno do tema, torna mais fácil entender por que o jornalismo está em uma crise: existem problemas em sua definição. Como a maioria das pessoas não aceita, também é um produto comercial. A categoria que está mais próxima do conteúdo do mercado se sustenta, mas a outra parte que tenta ser um serviço público para o cidadão não pode. O jornal está fechando, o bom profissional está sendo trocado por inexperientes e a maioria dos meios de comunicação que procuram lucros se incluem nas técnicas de vitalização da internet.


No meio deste cenário caótico, as empresas de comunicação adotaram duas práticas diferentes para se fundir capaz de sustentar a receita e, ao mesmo tempo, manter o conteúdo para o consumidor. O primeiro (sendo usado para a Folha de São Paulo, Gazeta do Povo, Veja, Carta Capital, Piauí Herald e outros) é a limitação do conteúdo para o consumidor, para notícias exclusivas você precisa pagar assinaturas mensais. O outro, mais perigoso, é dar mais espaço ao interesse comercial na área editorial, informações disfarçadas de notícia e naturalizadas no mosaico de conteúdos disponíveis.

Aqueles que se recusam a qualquer uma dessas práticas, hoje em dia, são conhecidos como jornalistas alternativos - na maior parte do tempo, compostos por jornalistas experientes, estão apenas na internet e têm muitas dificuldades para financiar o trabalho, mesmo assim, esta categoria possui os melhores candidatos. de qualidade. Alguns exemplos são Agencia Publica que analisa o discurso político no Brasil, Jornalistas Livres que já descobriram muitos casos criminais no Paraná ou o Mids Ninja mais politizado - aquele que foi a chave para desmistificar a manipulação da mídia em muitas situações, como a Manifestações de 2013 e 2015.

O problema é que nenhuma das alternativas tenta usar as técnicas de marketing para se aproximar do leitor e "vender" a informação. Como qualquer indústria, quando há uma mudança é o hábito do consumidor, o profissional deve se adaptar às novas necessidades. O valor da credibilidade tem vindo a verificar se o jornalismo começou a entrar nas plataformas digitais.

A pesquisa de mídia brasileira de 2016 mostra que a maioria das pessoas acredita mais no que lê em veículos impressos (56%) - ao mesmo tempo é o menor em audiência. Por outro lado, a mais lida, a internet (75%), é a menos confiável. Naquele mundo com muita informação, o jornalista mais que nunca, precisa entender o papel que eles têm para interpretar os fatos, orientar as pessoas para os fatos verdadeiros e não inventar e saber o que destacar para ajudar no cronograma do discurso público.

No documentário de Jorge Furtado, "O mercado da noticia", levanta a discussão sobre como os veículos realmente defendem idéias como qualquer outra empresa, mas apenas tentam não assumi-la para não perder confiabilidade com o público. As pessoas não devem se preocupar com a quantidade de influência que há um texto, uma vez que sempre será com alguma visão do repórter ou do veículo. O perigo real é reconhecer o papel do jornalismo no mercado da informação e perceber que esse marketing ocorre em um cenário de pouca diversidade. Hoje no Brasil, por exemplo, a mídia é controlada por seis grandes famílias, todas com interesse comum,